BLOG DO PROFº ROBERTO CATARINO

BLOG DO PROFº ROBERTO CATARINO

quarta-feira, 6 de abril de 2011

A Expansão Marítima




A expansão ultramarina Européia deu início ao processo da Revolução Comercial, que caracterizou os séculos XV, XVI e XVII. Através das Grandes Navegações, pela primeira vez na história, o mundo seria totalmente interligado. Somente então é possível falar-se em uma história em escala mundial. A Revolução Comercial, graças a acumulação primitiva de Capital que propiciou, preparou o começo da Revolução Industrial a partir da segunda metade do século XVIII. Apenas os Estados efetivamente centralizados tinham condições de levar adiante tal empreendimento, dada a necessidade de um grande investimento e principalmente de uma figura que atuasse como coordenador – no caso, o Rei. Além de formar um acúmulo prévio de capitais, pela cobrança direta de impostos, o rei disciplinava os investimentos da burguesia, canalizando-os para esse grande empreendimento de caráter estatal, ou seja, do Estado, que se tornou um instrumento de riqueza e poder para as monarquias absolutas.



FATORES QUE PROVOCARAM A EXPANSÃO

- Centralização Política: Estado Centralizado reuniu riquezas para financiar a navegação;
- O Renascimento: Permitiu o surgimento de novas idéias e uma evolução técnica;
- Objetivo da Elite da Europa Ocidental em romper o monopólio Árabe-Italiano sobre as mercadorias orientais;
- A busca de terras e novas minas (ouro e prata) com o objetivo de superar a crise do século XIV;
- Expandir a fé;

OBJETIVOS DA EXPANSÃO

- Metais;
- Mercados;
- Especiarias (Noz Moscada, Cravo...)
- Terras;
- Fiéis;

PIONEIRISMO PORTUGUÊS

- Precoce centralização Política;
- Domínio das Técnicas de Navegação (Escola de Sagres) *
- Participação da Rota de Comércio que ligava o mediterrâneo ao norte da Europa;
- Capital (financiamento de Flandres);
- Posição Geográfica Favorável;


ESCOLA DE SAGRES – Centro de Estudos Náuticos, fundado pelo infante Dom Henrique, o qual manteve até a sua morte, em 1460, o monopólio régio do ultramar. O "Príncipe perfeito" Dom João II (1481-1495) continuou o aperfeiçoamento dos estudos náuticos com o auxílio da sua provável Junta de Cartógrafos, que teria elaborado em detalhe o plano de pesquisa do caminho marítimo para as índias.

terça-feira, 29 de março de 2011

A trajetória de vida do grande político que esse pais já teve: José Alencar



Conhecido pelo largo sorriso, bom humor e otimismo, Alencar fez 14 cirurgias e dois implantes de stent (cateter com um pequeno balão na ponta) devido ao entupimento de artérias. A maior parte das cirurgias foi para combater o câncer, doença contra a qual luta desde 1997. Ele dizia não ter medo da morte, mas lutava sempre pela vida.

Nascido em Muriaé, na Zona da Mata mineira, em 17 de outubro de 1931, o ex-vice-presidente da República José Alencar Gomes da Silva foi senador por Minas Gerais e um dos maiores empresários daquele estado, onde fundou a Coteminas, sua principal empresa, que atua no ramo têxtil.

Começou a exercer a vice-presidência da República no dia 1º de janeiro de 2003, depois da vitória do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Em 2004, Alencar passou a acumular a vice-presidência com o cargo de ministro da Defesa, onde ficou até março de 2006. No governo, destacou-se também por reclamar das altas taxas de juros vigentes no país, que chegou a chamar de "criminosas".


Filho de Antônio Gomes da Silva e Dolores Peres Gomes da Silva, Alencar começou a trabalhar aos 7 anos de idade, ajudando o pai em sua loja. Com 15 anos, foi trabalhar como balconista numa loja de tecidos e, aos 18 anos, começou seu próprio negócio, contando com a ajuda de seu irmão Geraldo Gomes da Silva. Era casado com Mariza, com quem comemorou bodas de ouro e teve três filhos: Maria da Graça, Patrícia e Josué. Também teve netos e bisnetos.

Em 31 de março de 1950, abriu sua primeira empresa, denominada A Queimadeira, localizada na cidade de Caratinga (MG), onde vendia diversos artigos, tais como chapéus, calçados, tecidos e guarda-chuvas. Manteve essa empresa até 1953, quando decidiu vendê-la e mudar de ramo.

Iniciou seu segundo negócio na área de cereais por atacado, ainda em Caratinga. Depois, participou, em sociedade com José Carlos de Oliveira, Wantuil Teixeira de Paula e seu irmão Antônio, de uma fábrica de macarrão. Em 1963, constituiu a Companhia Industrial de Roupas União dos Cometas, que mais tarde passou a se chamar Wembley Roupas S.A.

Em 1967, em parceria com o empresário Luiz de Paula Ferreira, fundou, em Montes Claros (MG), a Companhia de Tecidos Norte de Minas, Coteminas. A empresa cresceu e conta, atualmente, com 11 unidades que fabricam e distribuem fios, tecidos, malhas, camisetas, meias, toalhas de banho e de rosto, roupões e lençóis para o mercado interno, Estados Unidos, Europa e países do Mercosul.


O ex-presidente Lula e a atual presidente Dilma Rousseff em visita a José Alencar no mês de dezembro no Hospital Sírio-Libanês

Vida pública
Alencar foi presidente da Federação das Indústrias de Minas Gerais e vice-presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), entre outros cargos. Candidatou-se às eleições para o governo de Minas Gerais em 1994, mas não foi vitorioso. Em 1998, disputou uma vaga para o Senado e conseguiu se eleger com quase três milhões de votos.

No Senado, Alencar foi presidente da Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) e integrou a Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Também participou como membro efetivo da Comissão de Assuntos Sociais (CAS).

Como vice-presidente da República, foi voz discordante dentro do governo contra a política econômica defendida pelo então ministro da Fazenda, Antonio Palocci. Sua crítica principal recaiu sobre o método de fixar altas taxas de juros para conter a inflação e manter a economia sob controle. Alencar assumiu várias vezes a Presidência da República, por ocasião das viagens internacionais de Lula. Chegou a ser considerado pela Revista Época um dos cem brasileiros mais influentes do ano de 2009.

Em setembro de 2009, disse que pretendia disputar mais uma vez o cargo de senador nas eleições de 2010, caso conseguisse se recuperar dos problemas causados pelo câncer. Em abril de 2010 anunciou, entretanto, que não iria mais disputar as eleições para o Senado nem para qualquer outro cargo. Acrescentou que tal decisão foi tomada após conversa com Lula.

Ele voltaria mais uma vez ao Congresso, no dia 2 de fevereiro de 2010, quando discursou - como vice-presidente da República - durante a cerimônia de abertura dos trabalhos legislativos, emocionando deputados e senadores ao falar de sua luta contra o câncer. Na ocasião, foi aplaudido de pé, e confessou sentir saudades do tempo em que foi senador por Minas Gerais.

Fonte: Agência Senado

http://www.robertocatarino.blogspot.com

quarta-feira, 16 de março de 2011

O EGITO ANTIGO: ASPECTOS DA VIDA INTELECTUAL


O raciocínio egípcio se baseava na acumulação de exemplos concretos, não em teorias gerais. Estava, outrossim, engajado no esforço de preservar a estrutura político-social vigente e a ordem cósmica,através de uma ética e de observâncias rituais adequadas; ou em fornecer pragmaticamente regras ou receitas funcionais às diversas atividades. O pensamento egípcio estava interessado na preservação do estado de coisas: era, assim, conservador e conformista em forma predominante (quando não abertamente oportunista, ao legitimar a ânsia de agradar aos poderosos). Isto se liga, em primeiro lugar, à estabilidade estrutural básica - através de múltiplas mudanças – que caracterizou, a civilização faraônica através dos milênios. Tal fato reforçava a convicção de existir uma ordem necessária, legítima e desejável no mundo e na sociedade.
Em se tratando de religião, no antigo Egito, a religião historicamente conhecida resultou, em primeiro lugar, da superposição e organização das divindades dos nomos. Em cada santuário o deus local era visto como a divindade suprema e criadora. Desde o século XIX, diversos autores vêm afirmando que, apesar de um politeísmo aparente, a religião dos antigos egípcios era de fato monoteísta. As concepções acerca do caráter e das atribuições da divindade seriam coerentes e unitárias, sendo os deuses múltiplos simples aspectos ou manifestações do Deus único e inefável.
No Reino Novo fortaleceram-se as tentativas de sincretismo e identificação entre as personagens e mitos divinos. Um aspecto especial e muito importante da religião egípcia eram as crenças funerárias. A religião funerária era profundamente penetrada de magia em todos os seus aspectos. As crenças sobre a vida depois da morte fizeram dos túmulos egípcios os mais ricos de toda a História humana em oferendas enterradas com os defuntos e em representações diversas da vida quotidiana e das atividades profissionais do morto e seus subordinados: daí a sua extraordinária importância como fonte histórica. A religião penetrava intimamente todos os aspectos da vida pública e privada do antigo Egito. A medicina era penetrada de magia e religião. O aspecto supersticioso das crenças multiplicava o uso de amuletos e outras proteções mágicas, tanto pelos vivos quanto pelos mortos.
Com relação à língua, escrita e literatura no Egito, a língua egípcia é considerada africana, com alguma influência semítica. A última etapa histórica do antigo egípcio foi o copta, hoje idioma morto, mas ainda usado como língua litúrgica dos cristãos do Egito. No período faraônico, três fases transparecem através dos textos escritos conservados: egípcio arcaico, egípcio clássico ou médio e neo-egípcio.
Os textos egípcios que se conservaram são predominantemente religiosos e funerários - textos das pirâmides, textos dos sarcófagos, Livro dos Mortos, hinos a diversas divindades, inscrições que se referem aos mitos e rituais divinos - relativos aos feitos dos reis, e biografias oficiais de funcionários.
Desde o Reino Antigo, apareceu uma literatura profana, bem conhecida em épocas posteriores: romances curtos, poesias líricas, instruções moralizantes, sátiras, tratados técnicos. A cultura do Egito antigo, nos aspectos que podemos conhecer, era patrimônio de reduzida elite de letrados: cortesãos, sacerdotes, funcionários e escribas.
No que diz respeito a artes plásticas, os antigos egípcios não tinham uma noção da arte como atividade que se autojustifica: arquitetos, escultores ou pintores viam-se como funcionários ou como artesãos que produziam objetos funcionais para uso religioso, funerário ou de outro tipo. A arte em todos os seus aspectos - arquitetura, escultura, pintura, artes menores - girava em tomo dos deuses, do rei-deus e da corte. Sendo o faraó o construtor principal e o maior consumidor de objetos de arte, por concentrar a riqueza e a mão-de-obra especializada e não-especializada necessária, as épocas de apogeu artístico coincidem com os auges do poderio faraônico. Os templos egípcios se caracterizam pela sua monumentalidade. A partir do Reino Novo, fixou-se um padrão em tal tipo de edifício: entradas monumentais, pátios abertos, salas hipóstilas, um santuário obscuro, capelas para a barca do deus e outros fins, depósitos etc.
A escultura real era com freqüência também monumental e idealizada, representando o faraó, segundo certas convenções bastante rígidas quanto às atitudes e às vestimentas. Já a escultura de particulares conhecida através das tumbas era mais realista.
A pintura refinou muito as suas técnicas no Reino Novo. Certos cânones e convenções se mantiveram com pouca mudança ao longo dos milênios. São consideradas notáveis e úteis como documentação, as pinturas e relevos encontrados nos túmulos, além de certos manuscritos como o Livro dos Mortos são também decorados com belas ilustrações.

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

COMO FOI A SOCIEDADE ESPARTANA





Sociedade Espartana

Em Esparta a sociedade era estamental, ou seja, dividida em camadas sociais onde havia pouca mobilidade. A sociedade estava composta da seguinte forma:

Esparcíatas: eram os cidadãos de Esparta. Filhos de mães e pais espartanos, haviam recebido a educação espartana. Esta camada social era composta por políticos, integrantes do exército e ricos proprietários de terras. Só os esparcíatas tinham direitos políticos.

Periecos: eram pequenos comerciantes e artesãos. Moravam na periferia da cidade e não possuíam direitos políticos. Não recebiam educação, porém tinham que combater no exército, quando convocados. Eram obrigados a pagar impostos.

Hilotas: levavam uma vida miserável, pois eram obrigados a trabalhar quase de graça nas terras dos esparcíatas. Não tinham direitos políticos e eram alvos de humilhações e massacres. Chegaram a organizar várias revoltas sociais em Esparta, combatidas com extrema violência pelo exército.

Educação Espartana

O princípio da educação espartana era formar bons soldados para abastecer o exército da polis. Com sete anos de idade o menino esparcíata era enviado pelos pais ao exército. Começava a vida de preparação militar com muitos exercícios físicos e treinamento. Com 30 anos ele se tornava um oficial e ganhava os direitos políticos. A menina espartana também passava por treinamento militar e muita atividade física para ficar saudável e gerar filhos fortes para o exército.

Política Espartana

Reis: a cidade era governada por dois reis que possuíam funções militares e religiosas. Tinham vários privilégios.

Assembléia: constituída pelos cidadãos, que se reuniam na Apella (ao ar livre) uma vez por mês para tomar decisões políticas como, por exemplo, aprovação ou rejeição de leis.

Gerúsia: formada por vinte e oito gerontes (cidadãos com mais de 60 anos) e os dois reis. Elaboram as leis da cidade que eram votadas pela Assembléia.

Éforos: formado por cinco cidadãos, tinham diversos poderes administrativos, militares, judiciais e políticos. Atuavam na política como se fossem verdadeiros chefes de governo.

Religião Espartana

Assim como em outras cidades da Grécia Antiga, em Esparta a religião era politeísta (acreditavam em vários deuses). Arqueólogos encontraram diversos templos nas ruínas de Esparta. Atena (deusa da sabedoria) era a mais cultuada na cidade.

BIBLIOGRAFIA :
LIVRO : ESPARTA, HISTORIA, SOCIEDADE Y CULTURA DE UM MITO HISTORIOGRAFICO
de FORNIS, CESAR
Editora: Tapa blanda
Nº Edição:1ª ED.
Ano de edição:2003
Lugar edição: BARCELONA

segunda-feira, 18 de outubro de 2010


Dilma Vana Rousseff[2][3] (Belo Horizonte, 14 de dezembro de 1947) é uma economista e política brasileira, filiada ao Partido dos Trabalhadores (PT). Foi ministra-chefe da Casa Civil durante o Governo Lula, e é atualmente candidata à Presidência da República, nas eleições de 2010.[4][5]

Nascida em família de classe média alta[5] e educada de modo tradicional, interessou-se pelos ideais socialistas durante a juventude, logo após o Golpe Militar de 1964. Iniciando na militância, passou para a luta armada contra o regime militar, integrando organizações como o Comando de Libertação Nacional (COLINA)[5] e a Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR Palmares)[5]. Passou quase três anos presa entre 1970 e 1972, primeiramente na Oban (onde passou por sessões de tortura) e depois no DOPS.[2][5]

Reconstruiu sua vida no Rio Grande do Sul, onde junto com o companheiro por mais de trinta anos, Carlos Araújo, ajudou na fundação do Partido Democrático Trabalhista (PDT) e participou ativamente de diversas campanhas eleitorais. Exerceu o cargo de secretária municipal da Fazenda de Porto Alegre no governo Alceu Collares e mais tarde foi secretária estadual de Minas e Energia, tanto no governo de Alceu Collares como no de Olívio Dutra, no meio do qual se filiou ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 2001.[5]

Participou da equipe que formulou o plano de governo na área energética na eleição de Luiz Inácio Lula da Silva à Presidência da República em 2002, onde se destacou e foi indicada para titular do Ministério de Minas e Energia. Novamente reconhecida por seus méritos técnicos e gerenciais, foi nomeada ministra-chefe da Casa Civil devido ao escândalo do mensalão, crise que levou à renúncia do então ministro José Dirceu. Foi considerada pela Revista Época uma dos 100 brasileiros mais influentes do ano de 2009.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Crivella aparece com 40% das intenções de voto

Pesquisa Datafolha divulgada neste sábado (28) mostra um empate técnico entre os candidatos Marcelo Crivella (PRB) e Lindberg Farias (PT) ao Senado no estado do Rio de Janeiro. Crivella aparece com 40% das intenções de voto e Lindberg, 36%. Com a margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos, eles estão tecnicamente empatados.

Esta é a primeira vez desde o início da campanha que Lindberg ultrapassa César Maia (DEM), que agora tem 29% e aparece em terceiro lugar.

INTENÇÃO DE VOTO PARA SENADOR
Resposta estimulada e única
Crivella (PRB) 40%
Lindberg Farias (PT) 36%
César Maia (DEM) 29%
Jorge Picciani (PMDB) 22%
Waguinho (PTdoB) 7%
Marcelo Cerqueira (PPS) 6%
Milton Temer (PSOL) 4%
Carlos Dias (PTdoB) 2%
Wladimir Mutt (PCB) 1%
Heitor (PSTU) 1%
Claiton (PSTU) 1%
Brancos/nulos para uma das vagas 13%
Brancos/nulos para as duas vagas 8%
Não sabe/não respondeu para uma das vagas 20%
Não sabe/não respondeu para as duas vagas 10%
O quarto colocado na pesquisa é Jorge Picciani (PMDB), com 22% das intenções de voto. Em seguida aparece Waguinho (PTdoB), com 7%. Marcelo Cerqueira (PPS) tem 6%, seguido de Milton Temer (PSOL), com 4%. Carlos Dias (PTdoB), tem 2%. Wladimir Mutt (PCB), Claiton (PSTU) e Heitor (PSTU) marcam 1% .

Brancos e nulos somaram para uma das vagas 13%, e para as duas vagas, 8%. Estão indecisos para uma das vagas 20% dos entrevistados, e 10% não sabem em quem votar nas duas vagas para o Senado.

A margem de erro da pesquisa é de 3% para mais ou para menos. A soma dos resultados para o Senado é maior que 100% porque nestas eleições o eleitor pode escolher dois candidatos.

A pesquisa Datafolha foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S.Paulo". O levantamento ouviu 1.282 eleitores entre quarta (8) e quinta-feira (9), em 30 municípios. A pesquisa está registrada no TSE com o número 29.307/2010.

sábado, 4 de setembro de 2010

O Papel do Historiador na Sociedade!


O Historiador é uma peça fundamental em todo o tipo de cultura. Ele retira e preserva os tesouros do passado, interpreta a História, aprofunda o conhecimento do presente. Um povo sem História, e sem o Historiador, é um povo sem memória.

A ligação com o cotidiano está tornando a História cada vez mais atraente para o grande público. Atualmente, não é só com países, guerras e heróis que os pesquisadores se preocupam. Nos últimos anos, muitos deles começaram a pesquisar a História do Vinho, do Aborto, das Mulheres, da Juventude, do Medo, do Perdão, dos Bairros, etc. Na profissão de Historiador, a curiosidade de descobrir a origem das coisas tem sido fundamental.


HISTÓRIA? PRA QUÊ?
Esta é a indagação que um educando sempre faz quanto inicia as aulas de história em um ano letivo qualquer e, via de regra, o professor apresenta para ele uma resposta do gênero, para você ser um cidadão crítico ou, para você explicar a realidade em que vive e por aí vai. Ou seja: o aluno faz uma pergunta de fundamental importância e os educadores, de um modo amplo e geral, respondem com um conjunto de expressões não significativas, como um reles topus .
Ora, quando alguém afirma que a história é fundamental para se entender a vida esquece-se que existem inúmeras outras maneiras de se obter este tipo de entendimento que, em muitos casos, são tão eficientes quanto o estudo da história. E, o educando percebe que a maioria de sua vida continua sendo uma grande incógnita, mesmo que um e outro fato da vida humana tenha sido explicado em um e outro aspecto de sua natureza e, por essa razão, não vê a mesma relevância na disciplina que o professor atribui, diga-se de passagem.
De mais a mais, com essa intenção o professor já começa literalmente mentindo com ares de grande arrogância, visto que, o mesmo se propõe a explicar a vida e é, na maioria dos casos, incapaz de entender a própria e ser agente transformador da mesma. Grandes promessas não tornam algo significativo, mas sim, a sinceridade dos gestos.
E, sendo assim, lembramos que alguns historiadores sugerem que a função da história seria simplesmente organizar o cabedal informações sobre o passado ou que o historiador deve sempre lembrar coisas que a sociedade insiste em esquecer.